Apoios aos Alunos


Apoio psicopedagógico

Destina-se a todos os estudantes do Ensino Superior que frequentam as Escolas que fazem parte do Instituto Politécnico de Portalegre.

O atendimento aos estudantes, feito por um psicólogo, atende aos seguintes domínios: 

- Orientação / reorientação vocacional;
- Apoio psicopedagógico;
- Apoio psicológico a problemáticas pessoais e relacionais.


Como funciona?
O estudante acede ao Gabinete de Apoio Psicopedagógico (GAP) através do endereço electrónico gap.ipp@ipportalegre.pt ou pessoalmente.

É-lhe pedido que preencha uma Ficha de inscrição, onde descreva, de maneira sucinta, o motivo do pedido de ajuda, para além de alguns dados pessoais. Esta ficha é confidencial, tendo acesso a ela apenas o psicólogo.
De seguida, será marcada uma entrevista, onde será equacionado de forma mais detalhada o motivo do pedido de ajuda.
Logo que possível, atendendo à lista de espera, será marcada a primeira sessão; nesta será preenchida uma nova ficha com dados pessoais mais detalhados, discutido com o aluno o motivo do pedido e recolhida a história clínica, estabelecendo-se o acordo, entre o psicólogo e o aluno, sobre a periodicidade das sessões e o modelo de ajuda.

A abordagem psicológica, pretende-se dinâmica, ou seja, são as estruturas de funcionamento psicológico, na sua vertente relacional, o fulcro da acção terapêutica. No entanto, o modelo de intervenção irá estar de acordo com a problemática que deu origem ao pedido e ao tipo de ajuda que o estudante pretende obter.

A metodologia, até agora utilizada no apoio psicológico, são sessões individuais com duração aproximada de 50 minutos. 
Em caso de não ser possível a comparência à sessão marcada, o Gabinete deverá ser antecipadamente avisado. 
Após duas sessões sem comparência e sem que o Gabinete tenha sido avisado, o processo de acompanhamento será encerrado. 
Mantem-se, no entanto, a possibilidade de marcar uma sessão, reininciando o processo.


Porque surge?

Como se sabe, ao ensino superior é reconhecida aptidão para satisfazer as necessidades científicas, técnicas e profissionais, constituindo um inegável estímulo ao desenvolvimento social e humano. O reconhecimento do seu interesse público é o resultado destas instituições prosseguirem fins e atribuições que ultrapassam o nível meramente intelectual ou académico, oferecendo uma ampla variedade de experiências que envolvem, também, domínios psicológicos e sociais, contribuindo para a formação da personalidade e para a promoção do desenvolvimento integral dos jovens.

A entrada para o ensino superior é, como sabemos, um acontecimento significativo na vida dos jovens. Este acontecimento facilita o desenvolvimento de importantes tarefas desenvolvimentistas, como, por exemplo, a consolidação da identidade, o estabelecimento de uma maior autonomia e independência, a exploração da intimidade na amizade e nas relações românticas. Contudo, esta transição é, também, um processo complexo que envolve o início de uma nova fase marcada por mudanças ambientais, mudanças na rotina e nos sistemas de suporte social, como resultado, muitas vezes, do afastamento do ambiente familiar e da rede social anterior ao ensino superior. Por isso, os jovens podem entrar no ensino superior, não tão disponíveis como seria desejável, mas manifestando algumas preocupações, dúvidas e ansiedades e não dispondo das competências necessárias para ultrapassar as tarefas próprias desta fase de desenvolvimento.

Cabe às instituições do ensino superior facilitar esta transição promovendo a criação de contextos que visem a integração total do indivíduo, considerando não só as dimensões académicas mas também as dimensões sócio-afectivas.

As preocupações com o desenvolvimento integral do indivíduo corporizaram-se nos serviços de acção social destinados a auxiliar alunos mais carenciados mas, também, na criação de serviços de apoio psicológico, que tendem a proliferar por todo o País.


Missão

O objectivo principal do gabinete é a promoção da adaptação e do sucesso académico, tendo em conta os três momentos de transição ecológica que os jovens atravessam ao longo do ensino superior: a entrada (adaptação), a frequência e a saída (transição para o mundo do trabalho) e contemplando três vertentes de intervenção complementares e interligadas: remediativa, preventiva e de investigação:

a) Vertente remediativa:  A vertente remediativa tem por objectivo a intervenção em situações disfuncionais já instaladas e baseia-se fundamentalmente no atendimento psicológico individual, nos domínios da orientação/reorientação escolar, apoio psicopedagógico e apoio psicológico a problemáticas pessoais/relacionais.

b) Vertente preventiva:  A vertente preventiva tem como objectivo ir ao encontro de necessidades quer estruturais quer de contexto que, de alguma forma, podem afectar o estudante nesta fase de desenvolvimento, tendo em conta os três momentos de transição já referidos, mas privilegiando o momento de transição do secundário para o ensino superior e consequente adaptação.

c) Vertente de investigação:  Pretende-se poder levar a cabo estudos que permitam conhecer/caracterizar as necessidades da população estudantil do Politécnico de Portalegre em confronto com outros estudos efectuados noutras escolas, desenvolver aspectos relacionados com o modelo teórico, assim como levar a cabo o estudo das condições/factores de sucesso/insucesso no Ensino Superior.

É neste contexto, que o GAP tem como destinatários toda a comunidade académica, em particular os estudantes das escolas do Instituto Politécnico de Portalegre.

O GAP assume a seguinte forma:
Coordenação Geral – Professor Albano Silva, Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre
Coordenação Executiva – Dr. Antero Teixeira
Coordenação Científica/Psicopedagógica - Prof. Isabel Ferreira
Atendimento - Dra. Ana Patrícia Serra

 


Consulte ainda: Apoio médico | Emergências sociais / Apoio Social | Apoio aos estudantes com necessidades especiais | IPP Amigo | Mentorado

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